PCC E CV: TERRORISTAS
O ESTADO SITIADO: PCC E COMANDO VERMELHO SÃO TERRORISTAS — E O BRASIL SABE DISSO HÁ DÉCADAS
“A ameaça à soberania é o telhado de vidro camuflado que a velha mídia hegemônica usa para esconder de você, mal e porcamente, dois demônios, a esquerda e o narcoterrorismo , juntos e misturados , numa mesma trincheira.”
Em 28 de maio de 2026, o secretário de Estado norte-americano Marco Rubio assinou o documento que boa parte do mundo já sabia ser verdade e que o Brasil oficial insistia em negar: o Primeiro Comando da Capital e o Comando Vermelho são organizações terroristas. Não são apenas facções. Não são apenas gangues. São estruturas de poder paralelo que sitiaram o Estado brasileiro de dentro para fora — e agora o mundo formal reconhece o que os policiais, os soldados, as mães das periferias e os comerciantes extorquidos sabiam há trinta anos.
A designação como Specially Designated Global Terrorists e a previsão de classificação como Foreign Terrorist Organizations a partir de 5 de junho de 2026 não foi um ato de agressão contra o Brasil. Foi o espelho sendo colocado diante de um país que se recusa a olhar para o próprio rosto.
I. O QUE A DESIGNAÇÃO SIGNIFICA — E O QUE ELA NÃO É
Existe uma campanha deliberada de desinformação sendo operada nos palanques e nas redações para confundir o eleitor brasileiro. E ela funciona assim: pega-se um instrumento jurídico internacional de combate ao terrorismo transnacional, inverte-se a lógica de causa e efeito, acrescenta-se um espantalho de intervenção militar, e serve-se esse coquetel de mentiras como se fosse análise técnica.Vamos ao que a designação de fato representa no direito internacional e na prática operacional:
Passa a ser crime nos Estados Unidos fornecer qualquer forma de apoio material a essas organizações — dinheiro, treinamento, logística, armas ou serviços. Ativos financeiros vinculados ao PCC e ao CV em território americano ou no sistema financeiro internacional com correspondência americana podem ser bloqueados imediatamente. Membros identificados dessas facções podem ter vistos negados, ser barrados em portos de entrada ou enfrentar processos de deportação. A designação cria um isolamento jurídico internacional que estreita rotas de lavagem de dinheiro, corta facilitadores e expõe bancos que, de forma consciente ou negligente, operem recursos dessas organizações.
Em termos militares e de inteligência, é como declarar no-fly zone sobre o sistema financeiro internacional dessas facções. Não é uma declaração de guerra ao Brasil. É a interdição de linhas de suprimento de uma força inimiga.
O que a designação não é: não é autorização para operação militar em território brasileiro. Não é uma afronta à soberania nacional. Não cria jurisdição americana sobre cidadãos brasileiros em solo brasileiro. Esse argumento — esse espantalho de que os Marines vão descer de helicóptero no Complexo do Alemão porque o Departamento de Estado chamou o CV de terrorista — é uma mentira de campanha eleitoral, não uma análise jurídica séria.
II. A MENTIRA DA SOBERANIA — E QUEM ELA PROTEGE
Quem levanta o argumento da soberania ? Por que o levanta? E, principalmente, de quem está protegendo?
A soberania não é um conceito abstrato guardado em cofres de mármore em Brasília. Soberania é capacidade efetiva do Estado de exercer o monopólio legítimo da força, controlar seu território, proteger sua população e impedir que organizações paralelas substituam o poder público. É isso. É Clausewitz aplicado à realidade doméstica. É Webber convertido em doutrina de Estado.
Quando o PCC impõe toque de recolher em municípios do interior de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás — e isso acontece, isso é documentado, isso é real — quem perdeu a soberania? Quando o Comando Vermelho determina quais comerciantes podem abrir as portas numa quinta-feira de operação policial no Rio de Janeiro, quem violou a soberania brasileira? Quando uma facção ordena a paralisação do transporte público numa capital nordestina e o governador obedece, quem destruiu a soberania nacional?
A soberania brasileira já foi violada. Ela foi violada por dentro, por baixo, por meio de infiltração institucional, corrupção sistêmica, cooptação de agentes públicos e ocupação territorial progressiva. Não foi violada por uma caneta de Marco Rubio em Washington. Foi violada pelo silêncio cúmplice de décadas de governos que preferiram conviver com essas organizações a confrontá-las.
Quando o Palácio do Planalto avalia que a designação “abre margem para ações mais duras dos Estados Unidos” e invoca um “cenário extremo de operação militar no Brasil”, está construindo um fantasma político para desviar o olhar do problema real. Porque o problema real não está em Washington. Está em São Paulo, no Rio, no Pará, no Mato Grosso do Sul, no Amazonas, nas fronteiras da Tríplice, nas prisões federais, nas assembleias legislativas, nas câmaras municipais.O argumento de soberania, nesse contexto, não protege o povo brasileiro. Ele protege a infraestrutura operacional e financeira do PCC e do Comando Vermelho.
III. SÃO TERRORISTAS? A RESPOSTA QUE A ACADEMIA TEME DAR
O argumento jurídico mais frequentemente usado para resistir à designação é o de que o PCC e o CV não seriam organizações terroristas porque “não têm motivação ideológica-política explícita” ou “não publicam manifestos”. Esse argumento é tecnicamente fraco e empiricamente ridículo.Terrorismo, na sua essência doutrinária e jurídica, é o uso sistemático de violência ou ameaça de violência contra civis ou estruturas do Estado com o objetivo de criar medo generalizado para atingir fins políticos, econômicos ou sociais. O elemento central não é a existência de um manifesto. É o uso intencional do terror como instrumento de dominação.
O PCC e o CV preenchem cada um desses critérios com folga.
Eles aterrorizam populações civis de forma sistemática — toques de recolher, assassinatos seletivos de civis que desobedeceram ordens, execuções públicas como mensagem de intimidação coletiva. Eles atacam sistematicamente agentes do Estado — policiais, promotores, juízes, agentes penitenciários —, não como reação pontual, mas como política organizacional deliberada. Desde 2019, apenas o Comando Vermelho assassinou mais de 40 policiais militares no Pará. Apenas no Pará. Eles exercem poder político no sentido mais concreto: controlam quem entra e quem sai de territórios, determinam regras de convivência, cobram tributos, administram conflitos, constroem lealdades. Eles influenciam processos eleitorais — financiam candidatos, ameaçam mesários, controlam o voto em comunidades dominadas.Se isso não é terrorismo, o conceito perdeu qualquer utilidade analítica.
O argumento de que a legislação brasileira de combate a organizações criminosas “prevê penas mais duras do que a lei antiterrorismo” é uma confissão disfarçada de impotência. Significa que o aparato jurídico existe, mas não é aplicado. Que as ferramentas estão disponíveis, mas não são usadas. Que o Estado sabe o que enfrenta, mas escolhe tratá-lo como problema de polícia ordinária, não como ameaça à segurança nacional.
IV. OS NÚMEROS QUE O GOVERNO NÃO QUER QUE VOCÊ VEJA
Há uma guerra financeira acontecendo dentro do Brasil, e ela tem dimensões que deveriam apavorar qualquer cidadão com acesso a uma calculadora.Investigações do Ministério Público e da Polícia Federal — publicadas, documentadas, disponíveis — apontam que o faturamento do PCC ultrapassa R$ 100 bilhões anuais em apenas dois ramos de atividade: tráfico de drogas, com cerca de R$ 20 bilhões, e adulteração no setor de combustíveis, com aproximadamente R$ 80 bilhões, revelados pela Operação Carbono Oculto.
Compare isso com o orçamento das Forças Armadas brasileiras em atividade: aproximadamente R$ 32 bilhões anuais. O PCC sozinho movimenta mais dinheiro do que toda a nossa estrutura de defesa nacional. Três vezes mais. E isso sem contar o Comando Vermelho, sem contar as outras facções regionais, sem contar o dinheiro que circula pelos crimes digitais — mais de R$ 186 bilhões por ano —, pelo tráfico de celulares, pela exploração sexual, pelo garimpo ilegal.
Esse dinheiro não desaparece. Ele compra armas — fuzis, drones, armamento de guerra que supera em capacidade de fogo o que muitas polícias estaduais conseguem alinhar. Ele paga advogados — escritórios especializados em habeas corpus, em recursos protelatórios, em nulidades processuais que garantem a impunidade dos líderes. Ele forma quadros — novos recrutados nas periferias, jovens sem perspectiva que encontram numa facção o Estado que o Estado nunca foi capaz de ser para eles. Ele compra votos, funcionários públicos, gestores, parlamentares e, eventualmente, porções inteiras da institucionalidade democrática.
O Brasil exporta anualmente cerca de 82 mil toneladas de carne para a Europa, gerando aproximadamente 600 milhões de dólares. Um setor que emprega centenas de milhares de trabalhadores, mobiliza cadeias produtivas inteiras, representa décadas de desenvolvimento do agronegócio nacional. O PCC e o CV, com apenas o tráfico de cocaína — menos de 1% do volume de carne em peso —, geram algo em torno de 20 bilhões de dólares por ano. Trinta e dois vezes o valor de toda a nossa carne exportada para a Europa. Por uma única commodity ilegal.
Esse dinheiro não fica nas favelas. Ele percorre o mundo. Ele entra no sistema bancário europeu, nas fintechs brasileiras — ao menos seis delas identificadas em investigações recentes como “dutos do crime organizado” —, nos fundos de investimento, nas holdings offshore. Ele compra imóveis em Portugal, negócios no Paraguai, rotas no Líbano, alianças com a máfia albanesa, com cartéis mexicanos, com redes de lavagem na Espanha.Quando o Departamento de Justiça americano catalogou que o PCC possui integrantes identificados em pelo menos 28 países, não estava exagerando para fins políticos. Estava descrevendo uma realidade operacional que os próprios promotores brasileiros reconhecem há anos.
V. A GENEALOGIA DO MONSTRO — E A CUMPLICIDADE QUE NINGUÉM NOMEIA
O Comando Vermelho não surgiu do nada. Surgiu das prisões do regime militar, na ilha Grande, onde presos comuns e militantes de esquerda foram forçados a conviver. Os guerrilheiros ensinaram organização, disciplina, hierarquia e ideologia. Os criminosos comuns forneceram rede, brutalidade e pragmatismo. O híbrido que nasceu dessa simbiose carcerária foi uma organização que combina a estrutura de um movimento político com a brutalidade de uma organização criminosa. Não é coincidência. É história.
O PCC nasceu nas entranhas do massacre de Carandiru, em outubro de 1992, quando agentes do Estado mataram mais de cem presos numa rebelião abafada com violência desproporcional. Oito presos transferidos para Taubaté fundaram a organização “para lutar pelos direitos dos presos”. Trinta anos depois, essa organização fatura cem bilhões de reais por ano, opera em 28 países e paralisa capitais brasileiras com um único recado em criptografia.
A história importa porque ela revela algo que o debate atual insiste em ignorar: essas organizações cresceram no vácuo que o Estado criou. Cresceram porque o sistema penitenciário sempre foi uma universidade do crime. Cresceram porque as fronteiras foram abandonadas por décadas. Cresceram porque a corrupção sistêmica garantiu que cada grande liderança presa continuasse a comandar de dentro. Cresceram porque a política de encarceramento em massa sem nenhuma política de reinserção social criou um exército de recrutados permanentemente disponíveis.Cresceram, em parte, porque houve quem os deixasse crescer.
VI. A INVERSÃO BISMARCKIANA — O ELEITOR PAGA O PREÇO
Otto von Bismarck disse que nunca se mente tanto quanto antes das eleições. E ele dizia isso no século XIX, sem Instagram, sem TikTok, sem algoritmos de amplificação projetados para viralizar o que enraivece antes do que informa.O que está sendo feito agora com a designação americana do PCC e do Comando Vermelho é uma operação de inversão narrativa em escala industrial. Pega-se um ato técnico-jurídico de alcance transnacional, apresenta-se como agressão soberana, instrumentaliza-se o patriotismo como blindagem para organizações que matam policiais brasileiros, e distribui-se esse cocktail para consumo nas redes sociais de um eleitorado que não tem tempo nem acesso às fontes primárias.
As mentiras são cirúrgicas e muito calculadas:
Mentira 1: “A designação abre margem para ação militar americana no Brasil.” Falso. A designação como SDGT ou FTO não cria qualquer base jurídica para intervenção militar em território soberano. A autorização legal americana para uso de força militar é regida por instrumentos completamente distintos — Authorization for Use of Military Force, artigo 51 da Carta da ONU, acordos bilaterais de defesa. Nenhum deles está sendo ativado aqui. Quem faz esse argumento ou não sabe direito internacional ou está mentindo deliberadamente.
Mentira 2: “A lei brasileira já prevê penas mais duras do que a lei antiterrorismo, então não precisamos disso.” Se a lei existe e é mais dura, por que o PCC fatura cem bilhões por ano? Por que seus líderes continuam comandando de dentro das prisões federais? Por que a organização opera em 28 países? A existência da lei sem aplicação é uma confissão de omissão estatal, não um argumento contra a designação.
Mentira 3: “Isso é uma questão de soberania nacional.” A soberania nacional é violada toda vez que um policial brasileiro ou militar é assassinado por ordem de uma facção. Toda vez que uma cidade é paralisada por um decreto criminoso. Toda vez que um eleitor escolhe seu vereador com uma pistola apontada para a cabeça. Essas violações acontecem agora, acontecem com frequência, acontecem dentro do Brasil, praticadas por brasileiros contra brasileiros. A designação americana não viola nossa soberania. Ela expõe as consequências de décadas de violação da soberania brasileira pelo crime organizado.
VII. O QUE A RESPOSTA BRASILEIRA DEVE SER
Existe uma resposta correta para a designação americana. E ela não é indignação performática. É trabalho.A resposta correta do Brasil seria, imediatamente, aprofundar a cooperação de inteligência financeira com o Departamento do Tesouro americano para rastrear e bloquear ativos do PCC e do CV no sistema financeiro internacional. Seria disponibilizar evidências para extradições. Seria acelerar as investigações já em curso sobre a infiltração das fintechs brasileiras pelas facções — operações que a Polícia Federal e o Ministério Público já iniciaram, com resultados expressivos: mais de R$ 9,6 bilhões em bens e ativos apreendidos em 2025, um crescimento de 64% em relação ao ano anterior.
Seria usar a designação americana como alavanca política interna para finalmente aprovar legislação que trate essas organizações pelo que são: ameaças à segurança nacional, não apenas problemas de ordem pública estadual.
Seria, acima de tudo, ter a honestidade intelectual e a coragem política de olhar para o povo brasileiro que vive sob domínio criminoso e dizer: vocês têm razão. O Estado os abandonou. E agora ele vai lutar de volta.
Para a mãe que não pode sair de casa porque uma facção decretou toque de recolher no seu bairro, a pergunta sobre soberania não é abstrata — é visceral, é diária, é existencial. Para o comerciante que paga taxa mensal ao Comando Vermelho para manter a porta aberta, a soberania do Estado brasileiro foi uma promessa nunca cumprida. Para o policial militar que patrulha sozinho numa viatura sem colete balístico adequado contra homens armados com fuzis AR comprados com dinheiro do narcotráfico, a questão da soberania não é matéria de editorial — é questão de vida ou morte.O Brasil deveria responder não com orgulho ferido, mas com cooperação, inteligência, extradições e uma estratégia nacional séria e sustentada de recuperação territorial. Porque o Estado que não consegue proteger seu território de organizações criminosas não tem moral para reclamar quando o mundo reconhece que essas organizações são terroristas.
VIII. O CAMPO DE BATALHA REAL — E A GUERRA QUE AINDA NÃO COMEÇOU DE VERDADE
Há uma coisa que os generais, os delegados, os promotores e os analistas de inteligência que trabalham sério nessa área sabem, e que raramente entra no debate público: o Estado brasileiro ainda não decidiu seriamente se quer vencer essa guerra.Não é questão de capacidade operacional. As policias militares , civis e federais têm operadores treinados. A inteligência financeira melhorou exponencialmente. Há promotores como Lincoln Gakiya, do GAECO de São Paulo, que há anos mapeiam e combatem o PCC com profundidade técnica ímpar. Há operações como a Carbono Oculto, que revelou o tamanho real do império financeiro dessas organizações.
É questão de vontade política estratégica. É questão de tratar essa ameaça com a seriedade que ela exige — não como pauta policial de segundo escalão, mas como questão de Estado, de defesa nacional, de sobrevivência institucional.A designação americana muda o cálculo. Ela não resolve o problema — nenhuma caneta resolve sozinha. Mas ela cria consequências internacionais reais para quem financia, facilita ou protege essas organizações. Ela estreita o espaço de manobra financeira global do PCC e do CV. Ela isola politicamente quem insiste em defender a sensibilidade diplomática de facções que matam policiais.E ela coloca uma pergunta direta na mesa da política brasileira, especialmente às vésperas de 2026: do lado de quem você está?
Há nações que perderam guerras por falta de munição. E há nações que perderam por falta de coragem moral para nomear o inimigo pelo que ele é.O Brasil corre o risco de ser o segundo tipo.O Primeiro Comando da Capital e o Comando Vermelho são organizações terroristas. Elas aterrorizam civis. Elas assassinam agentes do Estado. Elas controlam territórios. Elas corrompem instituições. Elas movimentam mais dinheiro do que nossas Forças Armadas. Elas operam em 28 países. Elas compraram pedaços da nossa democracia.
E há pessoas — com palanques, com microfones, com mandatos — que preferem defender a “soberania” contra uma designação americana a defender a soberania real dos brasileiros que vivem sob o terror dessas organizações.Bismarck tinha razão: nunca se mente tanto quanto antes das eleições. Mas a grandeza de uma nação não se mede pelo talento de seus mentirosos. Mede-se pela disposição do povo de exigir verdade, mesmo quando ela dói. Especialmente quando ela dói.A soberania brasileira será defendida quando o Estado brasileiro decidir, de verdade, que o povo brasileiro importa mais do que o conforto político de não chamar as coisas pelo nome que elas têm.
Flavio Bolsonaro e Marco Rubio fizeram ontem pela Segurança Pública o que os governos do PT não fizeram em quase 17 anos.
O PCC e o Comando Vermelho são terroristas.O mundo reconheceu. As forças de segurança que combatem esses elementos reconheceram. A população que está refém diariamente, também… Resta saber quando o “estamento burocrático” brasileiro terá coragem de fazer o mesmo.
Francisco Carneiro Júnior
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Seria sonhar com o impossível, que Lula viesse a ser o próximo Maduro ?
Já não são somente organizações terroristas, mas muito mais. Ontem li num artigo que integrantes do CV foram enviados para Ucrânia para treinar em cenário de guerra.