"E, no entanto — e é aqui que este texto se recusa a terminar em resignação, porque resignação é exatamente o produto final que a subversão ideológica pretende entregar — reverter esse quadro é questão de construção, não de lamentação"... por mais que eu concorde com o texto e o ache brilhante, eu tenho que discordar desta conclusão. Não por rejeitar a resignacão em si, mas porque grande parte do que foi dito aqui também se aplica à direita atualmente. Em sentido amplo, a falta de um projeto de nação. Não acho que temos as condições de nem começar a sonhar a reverter isso. Pior, nos tornamos reféns de uma corja de camundongos morais
Muito bom! Concordo plenamente com tudo, com exceção do título: O Brasil que funciona existe, mas não é o que está ou sai da cabeça do molusco apedeuta.
Bom dia . Obrigado pelo retorno . Acredito que o Sr se refere a Roger Scruton e Antônio Gramsci . Scruton foi um influente filósofo, escritor e intelectual público britânico, amplamente considerado um dos maiores expoentes do conservadorismo contemporâneo no Ocidente. Trabalhou com o conceito de Oikofobia em seus ensaios. O outro é Gramsci , que foi um dos filósofos marxistas mais influentes do século XX. Ele foi um dos fundadores do Partido Comunista Italiano (PCI) e passou seus últimos anos preso pelo regime fascista de Benito Mussolini.
Sua grande contribuição foi explicar por que as revoluções comunistas não aconteceram no Ocidente industrializado (como Karl Marx previa) e como o poder realmente se mantém nas sociedades modernas. Trabalhou o conceito de hegemonia em seus Cadernos do Cárcere
Obrigado pelo feedback e pelas palavras Sr. Ari. Vamos em frente
"E, no entanto — e é aqui que este texto se recusa a terminar em resignação, porque resignação é exatamente o produto final que a subversão ideológica pretende entregar — reverter esse quadro é questão de construção, não de lamentação"... por mais que eu concorde com o texto e o ache brilhante, eu tenho que discordar desta conclusão. Não por rejeitar a resignacão em si, mas porque grande parte do que foi dito aqui também se aplica à direita atualmente. Em sentido amplo, a falta de um projeto de nação. Não acho que temos as condições de nem começar a sonhar a reverter isso. Pior, nos tornamos reféns de uma corja de camundongos morais
Muito bom! Concordo plenamente com tudo, com exceção do título: O Brasil que funciona existe, mas não é o que está ou sai da cabeça do molusco apedeuta.
Excelente texto.
Como simples leitora, penso que a sua maior qualidade enquanto escritor, seja nos tirar da indiferença. Obrigada por isso!
Grato pelo comentário D Claudia. Esse é o elogio que motiva e que todo escritor gostaria de receber. Muito obrigado e ótimo dia.
Francisco, parabéns por mais um belíssimo texto que fala de maneira brilhante por nós brasileiros de verdade.
Uma dúvida. Quem são os autores italiano e americano que cita no texto, e em que trabalhos eles abordam este tema ? Muito obrigado!
Bom dia . Obrigado pelo retorno . Acredito que o Sr se refere a Roger Scruton e Antônio Gramsci . Scruton foi um influente filósofo, escritor e intelectual público britânico, amplamente considerado um dos maiores expoentes do conservadorismo contemporâneo no Ocidente. Trabalhou com o conceito de Oikofobia em seus ensaios. O outro é Gramsci , que foi um dos filósofos marxistas mais influentes do século XX. Ele foi um dos fundadores do Partido Comunista Italiano (PCI) e passou seus últimos anos preso pelo regime fascista de Benito Mussolini.
Sua grande contribuição foi explicar por que as revoluções comunistas não aconteceram no Ocidente industrializado (como Karl Marx previa) e como o poder realmente se mantém nas sociedades modernas. Trabalhou o conceito de hegemonia em seus Cadernos do Cárcere